Filipe Campos, O Vitorioso

Piloto histórico revela predileção pela bp Ultimate Baja Portalegre 500
15 outubro 2026

Piloto histórico revela predileção pela bp Ultimate Baja Portalegre 500

Recordista em Portalegre, com cinco vitórias nos automóveis, Filipe Campos recorda o início da sua carreira nas quatro rodas, e como foi vencer aquela que ainda hoje é a sua prova de todo-o-terreno preferida.
Tendo partilhado o carro com Carlos Leitão na edição disputada em 1987, Campos assume as diferenças de uma época distante: “dividíamos a condução, que foi o que fizemos durante alguns anos. Foi uma experiência espetacular. E agora, recordando os carros em que corríamos, deixa saudade. E pensamos como foi possível os carros aguentarem tanta coisa?”, remata.
Comparando níveis de preparação distintos, Campos revela o modo descontraído como se corria: “os carros não tinham a preparação que têm hoje, e nós não tinhamos nada e geriamos tudo ou não geríamos nada. Quer dizer, aquilo era o que dava. Poupávamos um bocado o carro, mas andávamos sempre [a fundo]”, recorda.
Em relação ao significado da Baja de Portalegre, Campos atribui-lhe um lugar especial: “Para além de ser a primeira prova de todo-o-terreno disputada em Portugal, é também uma prova mítica, e para mim é uma das mais importantes no calendário português. É um mundo de espetadores que apoia todos os pilotos, independentemente de quem sejam. E é tudo isto que a torna na festa do todo-o-terreno”, conclui.
Em relação ao percurso da prova, Campos reforça a dificuldade da mesma: “é uma prova difícil, com vários tipos de terreno, e em que é preciso fazer muita gestão. Tive muitas vezes sorte e a ajuda da equipa, e por isso tenho cinco vitórias. Mas acho que vou ser ultrapassado em breve, e quando isso acontecer venho defender a minha posição” revela jovialmente.

Recordista em Portalegre, com cinco vitórias nos automóveis, Filipe Campos recorda o início da sua carreira nas quatro rodas, e como foi vencer aquela que ainda hoje é a sua prova de todo-o-terreno preferida.

Tendo partilhado o carro com Carlos Leitão na edição disputada em 1987, Campos assume as diferenças de uma época distante: “dividíamos a condução, que foi o que fizemos durante alguns anos. Foi uma experiência espetacular. E agora, recordando os carros em que corríamos, deixa saudade. E pensamos como foi possível os carros aguentarem tanta coisa?”, remata.Comparando níveis de preparação distintos, Campos revela o modo descontraído como se corria: “os carros não tinham a preparação que têm hoje, e nós não tinhamos nada e geriamos tudo ou não geríamos nada. Quer dizer, aquilo era o que dava. Poupávamos um bocado o carro, mas andávamos sempre [a fundo]”, recorda.

Em relação ao significado da Baja de Portalegre, Campos atribui-lhe um lugar especial: “Para além de ser a primeira prova de todo-o-terreno disputada em Portugal, é também uma prova mítica, e para mim é uma das mais importantes no calendário português. É um mundo de espetadores que apoia todos os pilotos, independentemente de quem sejam. E é tudo isto que a torna na festa do todo-o-terreno”, conclui.

Em relação ao percurso da prova, Campos reforça a dificuldade da mesma: “é uma prova difícil, com vários tipos de terreno, e em que é preciso fazer muita gestão. Tive muitas vezes sorte e a ajuda da equipa, e por isso tenho cinco vitórias. Mas acho que vou ser ultrapassado em breve, e quando isso acontecer venho defender a minha posição” revela jovialmente.

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