Ferreira e Simão lideram bp Ultimate Baja Portalegre 500

Carros de quatro classes diferentes nos cinco primeiros lugares
16 outubro 2026

Ferreira e Palmeiro sobrevivem ao calor e lideram em Portalegre

O Alto Alentejo acolhe este fim-de-semana a 40ª edição da BP Ultimate Baja Portalegre 500, com temperaturas invulgarmente altas para o mês de outubro. As pistas secas e poeirentas puseram à prova pilotos e máquinas logo neste primeiro dia. 
No fim, quem sorriu foram João Ferreira e Filipe Palmeiro, em Toyota Hilux EVO.
A dupla começou da melhor forma, com o tempo mais rápido no prólogo de cerca de cinco quilómetros, garantindo, assim, a prioridade na escolha da posição de partida para a tarde. Sainda na frente do pelotão, Ferreira notou que, com o piso tão seco, o troço “parecia ainda mais sinuoso”, mas isso não o impediu de ser o mais rápido, mas não conseguindo escapar a um momento de suspense: Os ingleses Sean Haran e Martin Hales, em Polaris RZR Pro R, cruzaram a meta com um tempo inferior e chegaram a assumir o comando, contudo a alegria durou pouco: não respeitaram uma neutralização obrigatória, foram penalizados em 3m24s e caíram para fora do top-10.
Ferreira, por seu lado, preferiu a prudência: “Na primeira parte do setor, só queríamos sobreviver e passar sem bater. Correu tudo bem, sem erros e a verdadeira prova só começa amanhã.”
Luís Cidade e Valter Cardoso, em BRP Can-Am Maverick R, estão bem colocados no 2.º lugar, a apenas 25,3s, e entram para o segundo dia em plena discussão pela vitória. Ricardo Porém (Taurus EVO Max), que procura o quinto triunfo em Portalegre, fecha o pódio provisório, mas já a 54,6s do topo.
No evento nacional, Lino e Fábio Carapeta (Ford Ranger) destacam-se com quase dois minutos de vantagem sobre Sérgio Matos e Sebastião Dominguez (Toyota Hilux)

O Alto Alentejo acolhe este fim-de-semana a 40ª edição da BP Ultimate Baja Portalegre 500, com temperaturas invulgarmente altas para o mês de outubro. As pistas secas e poeirentas puseram à prova pilotos e máquinas logo neste primeiro dia. No fim, quem sorriu foram João Ferreira e Filipe Palmeiro, em Toyota Hilux EVO.

A dupla começou da melhor forma, com o tempo mais rápido no prólogo de cerca de cinco quilómetros, garantindo, assim, a prioridade na escolha da posição de partida para a tarde. Sainda na frente do pelotão, Ferreira notou que, com o piso tão seco, o troço “parecia ainda mais sinuoso”, mas isso não o impediu de ser o mais rápido, mas não conseguindo escapar a um momento de suspense: Os ingleses Sean Haran e Martin Hales, em Polaris RZR Pro R, cruzaram a meta com um tempo inferior e chegaram a assumir o comando, contudo a alegria durou pouco: não respeitaram uma neutralização obrigatória, foram penalizados em 3m24s e caíram para fora do top-10.

Ferreira, por seu lado, preferiu a prudência: “Na primeira parte do setor, só queríamos sobreviver e passar sem bater. Correu tudo bem, sem erros e a verdadeira prova só começa amanhã.”Luís Cidade e Valter Cardoso, em BRP Can-Am Maverick R, estão bem colocados no 2.º lugar, a apenas 25,3s, e entram para o segundo dia em plena discussão pela vitória. Ricardo Porém (Taurus EVO Max), que procura o quinto triunfo em Portalegre, fecha o pódio provisório, mas já a 54,6s do topo.No evento nacional, Lino e Fábio Carapeta (Ford Ranger) destacam-se com quase dois minutos de vantagem sobre Sérgio Matos e Sebastião Dominguez (Toyota Hilux).

SSV: a categoria mais renhida

O Alto Alentejo acolhe este fim-de-semana a 40ª edição da BP Ultimate Baja Portalegre 500, com temperaturas invulgarmente altas para o mês de outubro. As pistas secas e poeirentas puseram à prova pilotos e máquinas logo neste primeiro dia. 
No fim, quem sorriu foram João Ferreira e Filipe Palmeiro, em Toyota Hilux EVO.
A dupla começou da melhor forma, com o tempo mais rápido no prólogo de cerca de cinco quilómetros, garantindo, assim, a prioridade na escolha da posição de partida para a tarde. Sainda na frente do pelotão, Ferreira notou que, com o piso tão seco, o troço “parecia ainda mais sinuoso”, mas isso não o impediu de ser o mais rápido, mas não conseguindo escapar a um momento de suspense: Os ingleses Sean Haran e Martin Hales, em Polaris RZR Pro R, cruzaram a meta com um tempo inferior e chegaram a assumir o comando, contudo a alegria durou pouco: não respeitaram uma neutralização obrigatória, foram penalizados em 3m24s e caíram para fora do top-10.
Ferreira, por seu lado, preferiu a prudência: “Na primeira parte do setor, só queríamos sobreviver e passar sem bater. Correu tudo bem, sem erros e a verdadeira prova só começa amanhã.”
Luís Cidade e Valter Cardoso, em BRP Can-Am Maverick R, estão bem colocados no 2.º lugar, a apenas 25,3s, e entram para o segundo dia em plena discussão pela vitória. Ricardo Porém (Taurus EVO Max), que procura o quinto triunfo em Portalegre, fecha o pódio provisório, mas já a 54,6s do topo.
No evento nacional, Lino e Fábio Carapeta (Ford Ranger) destacam-se com quase dois minutos de vantagem sobre Sérgio Matos e Sebastião Dominguez (Toyota Hilux)

Se houve classe em que cada décima contou, foi nos SSV. Roberto “Beto” Borrego e Domingos Cunha (Polaris RZR Pro R) ganharam o prólogo por escassos 0,3 segundos. O resultado deu confiança ao piloto de Ponte de Sor, que voltou a ser o mais rápido à tarde e terminou o dia com 53,9s de vantagem sobre Tiago Guerreiro e Carlos Paulino, em carro igual. Os líderes do campeonato, Pedro Antunes e Nuno Batalha, também em Polaris, terminaram em 3.º, a 1m04,2s.

Borrego mostrou-se satisfeito e ambicioso: “Não arriscámos muito. Adotámos um ritmo forte e constante. Amanhã é que é o dia principal.” Fã assumido de piso seco, admitiu que as condições lhe agradaram e não esconde o objetivo: chegar às dez vitórias em Portalegre.

Para assinalar as quatro décadas da clássica alentejana, alinharam também carros clássicos e o Troféu UMM. Pedro Correia da Silva e Luís Resende (Toyota Land Cruiser) lideram entre os clássicos, enquanto João Couto e João Santos estão na frente da prova dedicada ao todo-o-terreno português.

Amanhã há dois setores seletivos para os automóveis, que totalizam praticamente 360 quilómetros ao cronómetro

Simão e Tomás Paulo fazem a diferença 

O Alto Alentejo acolhe este fim-de-semana a 40ª edição da BP Ultimate Baja Portalegre 500, com temperaturas invulgarmente altas para o mês de outubro. As pistas secas e poeirentas puseram à prova pilotos e máquinas logo neste primeiro dia. 
No fim, quem sorriu foram João Ferreira e Filipe Palmeiro, em Toyota Hilux EVO.
A dupla começou da melhor forma, com o tempo mais rápido no prólogo de cerca de cinco quilómetros, garantindo, assim, a prioridade na escolha da posição de partida para a tarde. Sainda na frente do pelotão, Ferreira notou que, com o piso tão seco, o troço “parecia ainda mais sinuoso”, mas isso não o impediu de ser o mais rápido, mas não conseguindo escapar a um momento de suspense: Os ingleses Sean Haran e Martin Hales, em Polaris RZR Pro R, cruzaram a meta com um tempo inferior e chegaram a assumir o comando, contudo a alegria durou pouco: não respeitaram uma neutralização obrigatória, foram penalizados em 3m24s e caíram para fora do top-10.
Ferreira, por seu lado, preferiu a prudência: “Na primeira parte do setor, só queríamos sobreviver e passar sem bater. Correu tudo bem, sem erros e a verdadeira prova só começa amanhã.”
Luís Cidade e Valter Cardoso, em BRP Can-Am Maverick R, estão bem colocados no 2.º lugar, a apenas 25,3s, e entram para o segundo dia em plena discussão pela vitória. Ricardo Porém (Taurus EVO Max), que procura o quinto triunfo em Portalegre, fecha o pódio provisório, mas já a 54,6s do topo.
No evento nacional, Lino e Fábio Carapeta (Ford Ranger) destacam-se com quase dois minutos de vantagem sobre Sérgio Matos e Sebastião Dominguez (Toyota Hilux)

Micael Simão não deixou dúvidas sobre as suas intenções para esta BP Ultimate 40ª Baja 500 Portalegre. O piloto da KTM 500 EXC, que procura a segunda vitória na carismática prova alentejana, foi o mais rápido no prólogo e repetiu a dose no primeiro setor seletivo.

Gustavo Gaudêncio, em Honda CRF 250RX, foi quem melhor respondeu ao ritmo do líder e parte para o segundo dia a 17,1s. Bernardo Megre (KTM 450 EXC) completa o pódio provisório, a 41,9s.

Apesar da liderança, Simão confessou que o dia não foi fácil. O percurso seguia de frente para o sol ainda baixo, o que lhe dificultou a visão e o levou a falhar várias curvas. “Também não terei feito a melhor escolha de óculos”, admitiu. Preferiu gerir e poupar energia: “Amanhã são quase 300 quilómetros e o objetivo é atacar para lutar pela vitória.”

Entre os quads, a história do dia tem um nome: Tomás Paulo. Em Yamaha YFZ450R, venceu o prólogo por 4,7s sobre Luís Fernandes, em máquina igual, e depois aumentou ainda mais o ritmo no setor da tarde. Resultado: terminou o dia com uns impressionantes 1m51,6s de vantagem. A toada foi tão alta que, numa classificação conjunta de motos e quads, Paulo seria... o primeiro!

O próprio desvalorizou as dificuldades de apanhar motos pelo caminho, sobretudo nas zonas mais encadeadas: “Basta ter um bocadinho de paciência porque a prova é para todos. Foi uma etapa gira, apesar do pó. Que venha mais, amanhã.”

Os aspirantes que alinharam na Mini Baja mostraram vontade e que são garante do futuro da modalidade. Na zona do prólogo, mais de meia centena de jovens entre os 8 e os 16 anos disputaram as corridas da Mini Baja, com o desportivismo como regra principal. Foi uma tarde animada que terminou com divertida entrega de prémios já ao cair da noite.

Para os homens das duas rodas, o segundo dia arranca cedo: às 7h50 partem as primeiras motos, com as categorias Promoção e Hobby a abrir caminho. Ao todo, serão mais de 270 quilómetros.

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